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Entendendo o futuro da internet
Blog | Inspiração
Dom, 30 de Janeiro de 2011 09:49   Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N

Kevin Kelly é um visionário digital. Foi editor executivo da Revista WIRED. Ele é admirado pelas suas novas perspectivas em tecnologia e sua relevância para história, biologia e religião.

Para saber mais sobre Kevin Kelly, aqui vai o seu link no TED com alguns vídeos interessantes sobre ele.

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Como os vídeos da internet potencializam a inovação global.
Blog | Inspiração
Qua, 29 de Dezembro de 2010 13:44   Escrito por TED

Chris Anderson, criador do TED Talks, diz que o aumento de vídeos na internet está impulsionando um fenômeno global que ele chama de "Inovação Acelerada pela Multidão" -- um ciclo de aprendizado auto-alimentado que pode vir a ser tão significante quanto a invenção da imprensa. Mas, para explorar todo seu potencial, as organizações deverão assumir uma radical abertura.

Veja com legendas em português.

 

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Steve Jobs, eleito o melhor CEO da década
Blog | Inspiração
Sáb, 11 de Dezembro de 2010 13:06   Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N

Steve Jobs, eleito o melhor CEO (Chefe Executivo Oficial) da década pelo site MarketWatch – ligado ao Wall Street Journal. Existem três palavras que podem ser relacionada a Steve; Expansão, Revolução e Inovação.

Leia mais...
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Disney e Daft Punk juntos
Blog | Inspiração
Sáb, 30 de Outubro de 2010 19:21   Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N

Daft Punk e Disney em Tron, vale a pena assistir e ouvir o futuro. Veja mais sobre Tron aqui.

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Palestra do fundador da Sequoia Capital
Blog | Inspiração
Qua, 27 de Outubro de 2010 12:16   Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N


Esta palestra é muito boa pra quem se interessa por empreendedorismo digital.
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Pelé 1284
Blog | Inspiração
Ter, 05 de Outubro de 2010 22:37   Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N

Pra quem ainda não viu.

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7 Tendências para ficar atento na Era do Excesso de Informação
Blog | Inspiração
Ter, 05 de Outubro de 2010 10:15   Escrito por Graham Button | Fast Company

 

O autor Graham Buttom escreve para fastcompany.com sobre como se relacionar com um mundo de constantes estímulos da mídia.

Quanto mais informação há, menos parece que sentimos.

Nós corremos para nos mantermos atualizados com as novidades, novidades sobre as novidades, os "feeds", os tweets, o correio, seu 'inbox'. Mas ao invés de nos sentirmos mais dominantes, conhecedores, há um medo de que embora corramos o mais rápido que podemos, iremos perder o trem-bala, e seremos deixados na plataforma deserta falando coisas incoerentes.

Informação é o commodity mais abundante na Terra agora. Estamos vivendo um tempo estranho – não apenas para nós cidadãos, mas para os cidadãos corporativos que nos empregam, nos alimentam e trabalham a máquina que gira o mundo. Então aqui vão sete verdades caseiras para ajudar a manter as coisas em perspectiva:

1. As pessoas necessitam de certezas

Aí está você em um website devotado a uma coisa nova novíssima – as chances são grandes de você ser um dos primeiros adotantes (early adopters), um fã de Wikinomics. Mas a maioria das pessoas vive uma vida menos charmosa, onde o risco não é tão atrativo e as mudanças são em geral para pior. Cleveland é a regra, Palo Alto a exceção. Não é que a informação é assustadora, são explosões com informações incluídas. Eu discordo do Movimento das festas do chá, mas eu reconheço o medo por trás disso. O retorno a marcas antigas, até um pouco de fundamentalismo, é realmente tão chocante?

2. "Branded Content" ou "conteúdo criado pela marca" é uma estrada perigosa – dirija responsavelmente.

Fatos nunca estiveram mais disponíveis, mas nós temos um mau hábito de consumi-los como um produto. Nós buscamos por informações que são convenientes – não é o que a Grande Mídia nos ensinou a fazer? Uma pesquisa da Fox News, por exemplo, diz que quase a metade dos americanos acreditam que Barack Obama é muçulmano. E agora temos 'jardins murados' – internets dentro da Internet – países com bordas corporativas...ai se foi a vila global.

3. Aposte no Ser-Humanos contra a Tecnologia

Meu voto pelo melhor documentário este ano é para Babies. Ele retrata quatro bebês – na Namíbia, Mongólia, Tóquio e São Francisco – durante seu primeiro ano de vida. Não há comentários falados. É óbvio que ambientes urbanos e informados são mais um vácuo emocional do que ambientes rurais tradicionais. O mais profundo que mordemos a maça – do Jardim do Éden e não da Apple Computer – o mais longe ficamos do estado de graça.

4. Se você não tem nada pra falar, não fale. Não fale, de verdade.

"A doença da informação" – uma super exposição a mídia – foi uma frase introduzida por Ted Mooney em 1981, antes mesmo da ARPAnet ter se tornado a Internet. Desde de lá, os americanos triplicaram o seu consumo de dados. Em 2008, nós engolimos aproximandamente a quantidade de informação encontrada em 2 metros de livros empilhados  em toda área do país. Aparentemente incluindo o Alasca. E isso foi antes do Twitter.

5. Privacidade está se tornando mais importante

Nunca esqueça que a internet nunca esquece. Recentemente a Biblioteca do Congress anunciou que estará arquivando todos os posts do Twitter desde 2006. Incluindo aqueles 137 caracteres que você trocaria alguns dedos para apagá-los. Dois argentinos recentemente iniciaram uma campanha para "reinventar o esquecimento na interne", procurando por formas de fazer dados desaparecerem.

6. A informação deve trabalhar pra você, e não o inverso

O CPA - atenção parcial contínua - é um mecanismo auxiliar. Ele nos ajuda a fazer tarefas múltiplas e possibilita o cérebro processar muito mais. Mas e nossa mente? Em uma entrevista recente, o CEO da Google Eric Schmidt disse isso: "Inovação é algo que vem quando você não está sob a mira de uma arma. Então é importante que mesmo que você não tenha muito equilíbrio na sua vida, você tenha algum tempo para reflexão...o funcionamento das partes criativas de uma mente não podem ser agendadas em um calendário." Aleluia irmão, eu achei que era só algo só meu.

7. Dê força para seus Intrapreneurs

A internet é tridimensional. Isso eu digo em duas dimensões. Agora vai a terceira: o autor de tecnologia David Weinberger diz que tudo que é escrito na Internet aponta para outra coisa – são os links, contexto subjetivo, que é "a única coisa que faz a internet usável e importante". O setor com crescimento rápido na economia são o de pessoas em interações tácitas tomando decisões e negociando autonomamente para suas firmas. Eles são os "intra-empreendedores", os foguetes dos big business – e se alimentam de informação enriquecida.

A vida é doce, mas curta. Tempo é tudo que temos, e há apenas três coisas que você pode fazer com ela. Render-se a suas funções vitais como comer e dormir. Vendê-la como trabalho. E dá-la para pessoas e coisas que você escolher. Riqueza real é possuir o seu próprio tempo. E ambição para essa propriedade  tira as pessoas da pobreza, cria uma classe média, e inovação. Informação é a moeda e com boa informação você pode comer melhor, dormir melhor, procurar satisfação, prosperar, buscar suas paixões e viver mais.

Uma coisa é certa – há muita informação por vir a frente. A questão é, ela irá nos fazer mais espertos?

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