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| Qua, 17 de Fevereiro de 2010 10:14 Escrito por Aldo Barreto | ||||
A agência norte-americana National Science Foundation, divulga que a colaboração entre cientistas em época da Web 2.0 nunca foi tão forte.Essa tendência parace ser maior na União Europeia. A metade dos artigos científicos produzidos pelos países do bloco foi com coautorias internacionais. A Europa teve uma política científica voltada para o estímulo e integração de seus cientistas. O fenômeno está espalhado pelo mundo inteiro e permeia todas as disciplinas apontam os especialista em cienciometria. A tendência pelo crescimento de um tipo de esforço conjunto na de pesquisa já foi colocado por Derek de Solla Price que formulou a teoria do crescimento exponenciaL da ciência conhecido como Big Science. Anterior a Internet Solla Price deduziu o crescimento quantitativo, pois não poderia vislumbrar em sua época a enorme cadeaia de colaboração e as sociabilidades entre os cientistas. Esta é uma operação que requer investimentos e atuação coordenada entre vários países para estabelecerem um novo formato de pesquisa em rede, sem a presença fisica, como no Painel do Tempo da ONU ou nos consórcios para sequenciamento de genomas. O atual custo das comunicações e as facilidades da web 2.0 possibilitaram a aproximação de cientistas. A grande motivação dos cientistas é o reconhecimento de seu trabalho. Seu sonho esta voltado para difundir suas ideias em círculos cada vez maiores e eventualmente ganhar o Premio Nobel. Entre os documentos produzidos a partir de 2007, facilitadores da WEB 2.0 para o trabalho colaborativo de cientistas está a: Agenda para o desenvolvimento da E-Ciência nas Bibliotecas de Pesquisa Disponível em inglês em: http://www.arl.org/bm~doc/ARL_EScience_final.pdf
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André B.Fernandes fez este Comentário
Quarta, 17 de Fevereiro de 2010