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Web 2.0 Summit: o futuro da web está na socialização
Blog | Web 2.0
Qui, 18 de Novembro de 2010 04:32   Escrito por Terra

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Evento em São Francisco discutiu inovações, negócios e o futuro da web segundo especialistas, empresários e executivos do mundo digital

A web, como se conhece hoje, é um "fenômeno" relativamente novo. Se considerar o início do boom digital em 1995, com o início da "bolha da internet", e seu estouro somente em 2001, tem-se ao menos uma década de história para enxergar. Segundo analistas, CEOs e empresários que participaram dos três dias do evento Web 2.0 Summit, em São Francisco, na Califórnia, já é possível vislumbrar um caminho para o uso da web no futuro: a socialização da vida virtual.

Com o objetivo de discutir a perspectiva única de visionários e executivos da internet, o evento foi realizado pela O'Reilly Media, Inc., em parceria com a empresa TechWeb. Do moderador das conversas, o jornalista John Batelle, a CEOs, como Carol Bartz, do Yahoo!, e Jim Baisillie, da Research in Motion, houve consenso quanto ao movimento cada vez mais crescente da web como plataforma social. E, a frente deste processo, uma potência chamada Facebook, como uma grande "criadora e perpetuadora da inteligência artificial", nas palavras do CEO Mark Zuckerberg.

A conversa com Zuckerberg foi uma das mais aguardadas do evento. Dois tópicos nortearam o debate: o Facebook Messages, com a criação do serviço de e-mail da rede social, e a questão da privacidade. Ao se defender da segunda questão, o CEO jogou a responsabilidade também para o usuário. "Ser amigo significa compartilhar coisas, mas a informação é sua. A minha preocupação, que é a mesma dos usuários, é se as minhas informações estarão seguras", afirmou, recorrendo ao princípio do "user control". Sobre o e-mail, ele falou que a ideia não é somente agregar vários serviços dentro do perfil da página, mas sim tornar o serviço de correio eletrônico mais informal, menos burocrático.

No meio deste jogo social, o Google não poderia ficar de fora. Referido pela CEO do Yahoo!, Carol Bartz, como "uma grande companhia", a unanimidade entre os participantes do evento, Eric Schmidt, CEO da empresa, também precisou responder sobre a questão da privacidade. "Existe uma linha que não podemos cruzar. Poderíamos rastrear pessoas, ao vivo, com reconhecimento facial, mas não fazemos", afirmou. Schimidt encerrou dizendo que há divergências quanto ao limite, mas que o Google não quer cogitar ultrapassá-lo.

Outro ponto a ser destacado a discussão sobre a explosão de aplicativos para acessar a internet, do YouTube ao Twitter. O assunto percorreu diversas conversas, mas tomou um tom mais sério quando Jim Basillie, CEO da Reasearch in Motion, fabricante do BlackBerry, acusou a empresa de Steve Jobs de tentativa de "aplicatificação" da web, tomando o iPhone como padrão. Para ele, este é um movimento sem sentido e desnecessário. "A web não é um grande aplicativo", concluindo que ela não pode ser tratada como se não tivesse uma vida para além dos milhares de aplicativos que tomaram conta do uso da internet, principalmente nos smartphones.

O encerramento do evento, que aconteceu por volta das 23h30 de quarta-feira, horário de Brasília, foi com Evan Williams, co-fundador do Twitter, uma rede social que, segundo o CEO do LinkedIn, Jeff Weiner, é, na verdade, "uma grande plataforma para a comunicação social com foco na informação". Para Williams, o caso do Twitter é que ele inaugurou uma maneira diferente para que o usuário experimentasse o potencial que a web pode oferecer, mas faz ressalvas quanto à própria ferramente. "Nós precisamos evoluir em vários setores ainda", afirmou, ao destacar o que, segundo ele, é o maior presente que o serviço de microblogging ofereceu ao mundo, impulsionado pela web 2.0: a possibilidade de dar voz a quem, na sociedade, não a possui.

 

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Web 2.0 Summit discute as novidades de negócios na web 2.0
Blog | Web 2.0
Ter, 16 de Novembro de 2010 12:05   Escrito por Terra

Até a próxima quarta-feira, executivos de portais e plataformas digitais debatem a economia e as novas estratégias de negócios na internet no Web 2.0 Summit, em São Francisco, nos Estados Unidos. O evento reúne executivos do Google, Facebook e LinkedIn, entre outros.

Neste domingo, a palestra do CEO do Google, Eric Schmidt, pode ser conferida ao vivo pelos internautas no site do Web 2.0 Summit - às 20h35 (horário de Brasília).

Em sua sétima edição, o congresso usa como tema este ano Pontos de controle no mundo interconectado, e debate formas de aprimorar o uso de ferramentas e princípios da Web 2.0 para potencializar negócios.

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A nova classe média brasileira na internet (gráficos, números)
Blog | Web 2.0
Sáb, 30 de Outubro de 2010 10:49   Escrito por Michel Lent

A Exame edição 978 do dia 20/10/10 publicou uma excelente matéria chamada ‘A Classe C Cai na Rede’ que fala sobre a digitalização da nova classe média brasileira como a utilização da internet está mudando suas vidas. Infelizmente não encontrei uma versão online da íntegra da matéria, mas reproduzo abaixo um gráfico resumo sobre as mudanças entre 2006 e 2009. Os dados foram plotados com base em estudos realizados pela Razorfish, Agenciaclick Isobar, FGV, Data Popular e e-Bit.

Nova classe media na internet

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Andrew McAfee, diretor do MIT: "É hora de aprender com os mais novos"
Blog | Web 2.0
Ter, 19 de Outubro de 2010 01:32   Escrito por Correio Braziliense

O norte-americano Andrew McAfee, 43 anos, assumiu o desafio de estudar um assunto tão dinâmico que, a cada instante, ganha novos elementos. Todos os dias, novos fenômenos da internet tomam conta das notícias, mostrando que o poder da comunicação não é mais exclusivo da mídia. Basta lembrar o sucesso da cantora Susan Boyle, que explodiu na web graças a um vídeo do YouTube.

Nos Estados Unidos, especialistas começaram a prestar atenção nesse fenômeno no início dos anos 2000, quando a economia não ia lá muito bem, mas, incrivelmente, empresas atentas a esse fenômeno prosperavam.

Em 2006, Andrew McAffe, que foi professor da Harvard Business School por 10 anos, criou o conceito de Enterprise 2.0. No ano passado, publicou o livro Enterprise 2.0 new collaborative tools for your organization‘s toughest challenges (sem tradução para o português). Em entrevista ao Correio, ele falou sobre os principais desafios dessa nova era.

O setor público tem algum papel no fortalecimento da Enterprise 2.0? O que o governo pode fazer para viabilizar a aplicação desse conceito?

Nessa minha visita a Brasília, eu esqueci o cabo de conexão do meu computador, então tive que ir a uma loja para comprar outro. Fiquei impressionado com o preço das máquinas, tudo é muito caro por aqui. Os computadores custam basicamente o dobro do que nos Estados Unidos. Eu entendo que há um imposto de importação aplicado pelo governo brasileiro, porque eles querem desenvolver a indústria nacional de computação. Mas eu tomaria uma abordagem diferente. Acho que é mais importante para o Brasil ter muitas pessoas que possam usar os computadores, em vez de termos poucos simplesmente fabricando computadores. No futuro, o mais importante é ter trabalhadores qualificados e trabalhadores qualificados usam computadores.

Isso também depende de um bom acesso à internet, certo? Como garantir isso em um país como o Brasil?
É importantíssimo para os países em desenvolvimento que cada vez mais pessoas tenham acesso à internet. Mas a tecnologia do cabo de fibra óptica não consegue uma banda larga o suficiente para alcançar o país como um todo. Creio que a criação de infovias, mesmo em um país tão grande quanto o Brasil, pode fazer a diferença. Eu tenho um irmão que mora em Madagascar, uma nação grande e pobre. Lá, eles estão colocando o cabeamento embaixo da água e fazendo uma infovia que atravessa o país. Acredito que as empresas de telefonia vão se ligar a essa infovia para, então, disponibilizar a conexão sem fio para toda a população. Essa alternativa é fantástica: poucas infovias com banda bastante larga e depois conexão sem fio para todo o país. A coisa mais importante que o Brasil pode fazer agora é acelerar esse processo.

Na maioria das empresas, quem cuida dessa parte de novas tecnologias são pessoas jovensque estão anos-luz à frente de eus chefes. Como lidar com o fato de que eles têm habilidade, mas não experiência?
Esse é um problema real. Podemos fazer uma análise a partir dos diferentes usuários de internet. Existem três gerações. A primeira, aquela das pessoas que nasceram antes da rede mundial de computadores, que ainda pedem à secretária para que imprima e-mails. A segunda geração é a da Web 1.0, que é a minha geração. E tenho muito orgulho de fazer parte desse grupo, uso e-mail, ferramentas de busca. Mas, da primeira vez em que ouvi falar de Facebook e Twitter, eu achei que eram as coisas mais idiotas do mundo, porque não sou da geração Web 2.0. Minha geração tem conforto em trabalhar com recursos digitais, mas ainda gostamos de trabalhar reservadamente. A geração 2.0 já trabalha na era digital e prefere estar socialmente mais exposta. Sem dúvida, trabalhar na era digital e se expor traz uma série de benefícios. Então, a melhor pergunta seria como as duas gerações mais antigas podem aprender com a 2.0. A gente tem uma expressão em inglês, reverse mentoring, algo como tutoria reversa, que é quando as pessoas mais velhas aprendem com as pessoas mais novas. Eu aprendi o que era o Facebook com os meus alunos da universidade. O papel dos mais jovens é fazer com que os mais velhos vejam a utilidade disso para os negócios e não somente para diversão.

Mas como implantar na consciência das pessoas mais velhas a humildade necessária para pedir ajuda de gente mais nova?

Isso é realmente muito difícil. Eu trabalho com os diretores de departamentos de informática dos Estados Unidos e, quando eles estão no grau máximo de honestidade, dizem: “Eu não entendo isso”. Mas, quando eles estão na frente dos colegas, não admitem, afinal, eles são os especialistas em tecnologia. Admitir a sua ignorância é algo muito difícil, especialmente para um chefe e para o pessoal mais antigo. Um bom jeito de começar seria dizendo a um especialista em web 2.0: “Olha, você é especialista nisso, por favor, me dê uma palestra de uma hora e meia sobre tudo o que eu preciso saber”.

Você acredita que as novas tecnologias vão eliminar a necessidade do contato pessoalno mundo dos negócios?
O mundo virtual não é uma alternativa ao mundo real. E nem menos importante. Reuniões presenciais são extremamente importantes para criar intimidade e confiança, até para conversas mais difíceis essa interação se torna necessária. As novas tecnologias são muito poderosas para o antes e o depois da reunião presencial. Inclusive, a tecnologia é ótima para fazer você perceber quem você realmente precisa conhecer no mundo real.

Como você imagina que essas tecnologias vão estar no futuro?

Se eu soubesse a resposta para essa pergunta, eu seria bilionário. Uma das coisas mais fascinantes para mim é que, no momento em que achamos ter desvendado a tecnologia, vemos que não é bem assim. Ninguém nunca esperava o surgimento da Wikipedia, é uma ideia bem boba mesmo, até ela se tornar uma ideia extraordinária. Ninguém estava esperando a Web 2.0, nós só notamos essa geração depois que ela existia há algum tempo. Para o futuro, há dois pontos. No primeiro, nós sabemos o que vai acontecer em relação aos custos, que vão continuar a diminuir. As matérias-primas da computação em geral vão ficar cada vez mais baratas. O que eu não sei é o que os inovadores vão fazer com isso tudo. Mas isso, por si só, já me entusiasma bastante.

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Empresas brasileiras são as que mais usam Web 2.0 nos negócios, revela pesquisa norte-americana
Blog | Web 2.0
Sáb, 09 de Outubro de 2010 15:43   Escrito por Ex-Libris Comunicação Integrada

Pesquisa realizada pela empresa de software McAfee, em parceria com a universidade norte-americana de Purdue, na Califórnia, mostra que o Brasil é um dos países que mais usam as mídias sociais e microblogs para incrementar seus negócios. 90% das empresas brasileiras pesquisadas informaram que usam ferramentas de comunicação, como o Twitter, com objetivos comerciais. E assim como ocorre em Índia, Emirados Árabes e México, de cada dez empresas brasileiras, nove revelaram que já ganham dinheiro através da Web 2.0.

Esse é o caso, por exemplo, da Nasajon Sistemas, carioca da área de TI que atua em todo o país comercializando seus sistemas de gestão empresarial para pequenas e médias empresas. A Nasajon descobriu nesse novo nicho possibilidades de melhorar o atendimento aos clientes e também mostrar seus produtos e serviços a futuros novos clientes.

Além do site convencional - www.nasajon.com.br -, os internautas contam com textos diários, publicados nos blogs da empresa – Nasajon e Nasajon Educacional. Além disso, o diretor Claudio Nasajon também mantém contato direto com os internautas, por meio do seu blog pessoal - contendo diversas dicas de gestão empresarial - e do Sped Consulta, que traz as novidades do Projeto Sped e suas vertentes.

A Nasajon conta também com um canal no Youtube, onde os visitantes podem conferir, entre outras produções, o vídeo institucional da empresa. E pela página no Twitter é possível ficar por dentro de todas as novidades do mercado, além de manter um canal direto com a Nasajon, trocando informações e experiências.

Segundo a gerente de marketing, Cristina Corrêa, a participação da empresa na web é muito importante para o fortalecimento da marca. “A Nasajon faz de tudo para ficar cada vez mais perto de seu público. Com o uso dos canais de divulgação que chegam com a web 2.0, a empresa amplia a dimensão de atendimento, interagindo ainda mais e fazendo valer uma das práticas que mais a diferenciam: o relacionamento com os clientes, que foi sempre valorizado. A conversa em via de mão dupla é a marca registrada da Nasajon”, explica.

“Além do projeto de expansão da Nasajon pelo país, a web 2.0 ajuda a ampliar nossa atuação no mercado. Estamos cada vez mais aumentando nossa presença no Brasil, levando nossos serviços para públicos distintos. Os empresários precisam estar preparados para lidar com os desafios do mundo corporativo para crescer e nossa missão é oferecer os subsídios necessários para isso”, ressalta Eduardo Nasajon, diretor de tecnologia.

De acordo com o relatório americano "Web 2.0: um ato complexo de equilíbrio - O primeiro estudo global de uso, riscos e melhores práticas da web 2.0", as empresas utilizam a web 2.0 principalmente em busca de geração de receita. Brasil e Índia são os únicos países onde as empresas se consideram pressionadas pelo mercado a empregar as redes sociais em seus negócios.

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Fundador do Twitter no Brasil: assista Biz Stone
Blog | Web 2.0
Ter, 05 de Outubro de 2010 18:19   Escrito por Diego Remus | Startupi

Biz Stone, um dos fundadores do Twitter, esteve em São Paulo quarta-feira participando do evento Agenda do Futuro, promovido pelo Grupo TV1.

Ele considera muito importante conhecer como os brasileiros usam o Twitter – especialmente porque vai lançar uma versão em português. Veja os vídeos.

Você sabia que o Twitter nasceu por erro, acidente? Biz e a mulher se distraíram com um projeto paralelo e o resultado foi esse.

Você sabia que Biz iniciou sua carreira como artista de design gráfico e usa os mesmos princípios na área técnica e empreendedora?

Confira a palestra completa, na sequência de vídeos abaixo. No último, a sessão de perguntas e respostas.

Siga Biz Stone no Twitter.

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Empresas 2.0
Blog | Web 2.0
Sex, 01 de Outubro de 2010 11:50   Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N

Bom vídeo sobre Empresas na Web 2.0 feito pela Microsoft.

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