Ter, 12 de Julho de 2011 07:56
Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N
O mercado de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) tem se mostrado um voraz consumidor de tecnologia. Por se tratar de um mercado jovem, extremamente conectado e criativo, tem se tornado celeiro de grandes ideias, com soluções importantes para os problemas mais simples do dia a dia da sociedade.
Por estarem mais próximos do seu mercado, as Pequenas e Médias, são mais atentas no detalhe e na personalização. Em função disso, são mais determinadas na hora de optar por soluções que agreguem valores ou dinamismo a sua cadeia produtiva. Com isso, temos o ponto crucial de todo o investimento que estas empresas fazem em TI e Telecom.
As PMEs estão sempre pensando em soluções e no futuro, e acompanhar este dinamismo com a qualidade que elas demandam sobre o nível de atendimento e o suporte que elas gostariam de receber é o diferencial que o marketing nas Empresas de TI e Telecom precisam conhecer e trabalhar para garantir um relacionamento produtivo, de forma que identifique os desejos e as visões desse mercado.
Para as empresas de TI e Telecom manterem-se atualizadas e preparadas em relação ao que as PMEs precisam para suprir suas demandas, a médio prazo, há uma necessidade de investimento contínuo em aprimoramento de infraestrutura, capacitação de equipes, desenvolvimento de novas ferramentas e também em marketing, uma vez que o mercado precisa saber o que estamos fazendo para atendê-lo. E cada vez mais está sendo exigido, do marketing, o conhecimento do mercado e de cada cliente para que a personalização de soluções seja o ponto estratégico que garanta destaque numa economia aquecida e extremamente competitiva.
O que o mercado tem a oferecer às Pequenas e Médias Empresas? Personalização de serviços, convergência e principalmente qualidade. Soluções que agregam voz e dados, já não são suficientes. É preciso velocidade gigantesca, bandas de tráfego de dados enormes, integração de redes, sinal de TV em alta definição e uma série de outros agregados que possam facilitar o lado das Pequenas e Médias Empresas, mas não podem comprometer o orçamento. Então cabe às empresas de TI e Telecom a equação de disponibilizar soluções com alto nível tecnológico, atendimento e suporte individualizado a um custo atrativo e competitivo para o mercado.
Daniel Ribeiro, gerente de Marketing America Net Telecom
Qui, 19 de Maio de 2011 17:44
Escrito por Resultados Digitais
Nas últimas semanas, o pessoal que trabalha com SEO (otimização de conteúdo para ferramentas de busca) tem se preocupado e debatido bastante sobre as mudanças recentes que o Google vem promovendo em seu algoritmo, batizado de “Panda Update”.
A ideia básica do Google com essa atualização é penalizar os sites que produzem páginas apenas com o objetivo de atrair visitantes de forma orgânica para enchê-los de publicidade, os chamados “content farms”. Esses sites utilizam técnicas para produzir conteúdo barato e “driblar” o Google, como por exemplo copiar conteúdo de terceiros, fazer conteúdo de baixa qualidade e cheio de palavras-chave relevantes, etc.
Nesta semana o próprio Google fez um anúncio para esclarecer quais são os principais pontos que eles levam em consideração na hora de avaliar o conteúdo de uma página ou site. São perguntas bem diretas que servem de base para o algoritmo da ferramenta. Vamos a elas:
Você confiaria na informação apresentada neste artigo?
Esse artigo foi escrito por um expert ou entusiasta que conhece bem o assunto, ou é algo mais “raso”?
Esse site tem conteúdo duplicado ou redundante em tópicos iguais ou similares, apenas com pequenas variações nas palavras chave?
Você se sentiria confortável em deixar as informações do seu cartão de crédito no site?
Esse artigo tem erros relacionados a fatos, estilo ou gramática?
Os tópicos do site são criados a partir de um interesse genuíno dos leitores, ou o site está produzindo conteúdo apenas tentado adivinhar o que pode ter um bom ranking nas ferramentas de busca?
Esse artigo provê conteúdo, informações, relatório, pesquisa ou análise originais?
Essa página gera um valor substancial quando comparada a outras páginas nos resultados da busca?
Quanto de controle de qualidade é feito no conteúdo?
O artigo reflete os dois lados da história?
O site é reconhecido como uma autoridade no tópico?
O conteúdo é produzido ou terceirizado para um grande número de produtores, ou está espalhado em uma grande rede de sites, de forma que as páginas individuais não ganham muita atenção ou cuidado?
O artigo foi bem editado ou parece ter sido produzido de maneira desleixada?
Se fosse uma pesquisa relacionada a saúde, você confiaria na informação do site?
Você reconheceria esse site como uma autoridade quando mencionado pelo nome?
O artigo fornece uma descrição completa e clara sobre o tópico?
O artigo contém alguma análise ou informação interessante que vá além do óbvio?
Esse é o tipo de página que você colocaria no bookmark e compartilharia com um amigo?
O artigo tem um número excessivo de propagandas que distraem e interferem no conteúdo principal?
Você esperaria ver esse artigo em uma revista impressa, enciclopédia ou livro?
Os artigos são curtos, não-substanciais ou sem outras informações úteis?
As páginas são produzidas com cuidado e atenção para detalhes?
Os usuários reclamariam se vissem páginas deste site?
Conclusão
Depois de muito tempo sendo meio negligente, o Google começou a fazer movimentos significativos para penalizar o pessoal que tenta apenas encontrar atalhos para se posicionar melhor nos resultados das buscas. Técnicas de SEO – desde que bem feitas – continuarão sendo importantes para melhorar o desempenho do site, mas não acredite em técnicas ou ofertas de empresas que prometem grandes resultados no curto prazo. Além dessas “mágicas” terem a tendência de ser cada vez menos efetivas, dependendo do que é feito isto pode acabar sendo um tiro no pé.
Como empresa, pense que a melhor forma de não ter que se preocupar com isso é produzindo conteúdo original, informativo e de qualidade.
Sex, 06 de Maio de 2011 09:28
Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N
A Web 2.0 força as empresas a abrirem mão dos métodos antigos de atendimento aos clientes para adotar práticas mais conectadas e personalizadas. Em 2008, quando o conceito estava ganhando força, o jornalista Andy Dornan, da Information Week EUA, apontou como a principal característica da Web 2.0 a interatividade e, apesar de nós sabermos que no mundo tecnológico as mudanças são muito rápidas, esta qualidade ainda permanece.
Na época, Dornan afirmou que "toda essa interatividade deve tornar a Web 2.0 adequada ao uso corporativo" - e realmente a tornou. Atualmente, as empresas passaram a adotar este modelo e apostar na personalização dos seus portais para atender às necessidades do cliente de uma forma mais adequada.
Para Felipe Daguila, responsável pela área de tecnologia da everis Brasil, a visão deste conceito está cada vez mais focada em como tornar a experiência do cliente única, independentemente do canal que o trouxe ao site. "Cada interação em um site ou em um portal precisa ser mais exclusiva e personalizada considerando as outras interações que o usuário pode ter ou que já teve com algum outro canal da empresa."
Então, para melhorar o relacionamento com os usuários, as empresas passaram a trazer boas práticas do e-commerce para o seu negócio. "Cada vez mais a diferença entre um portal interno e um externo será menor, porque têm empresas que já estão preocupadas em como criar uma rede social com os seus clientes, em como fazer com que o portal seja um grupo para captar mais negócios. E tudo o que envolve a parte de social commerce e de CRM social também é outra grande tendência dos portais", afirmou Daguila.
Porém, é impossível falar de Web 2.0 sem falar nas redes sociais. São elas que permitem toda a interação descrita por Donan entre as empresas e seus clientes. E como para tudo existem prós e contras, com este modelo não seria diferente. Ao estar mais próxima do seu cliente, a companhia fica mais exposta e passa a receber mais reclamações. É comum vermos nossos contatos reclamarem no Twitter, Facebook e Orkut de produtos ou serviços que não atenderam às suas expectativas e esta impressão ruim ser passada (ou repassada) para milhões de internautas.
Então o que fazer para não ter aquela avalanche de tweets e retweets que falam mal do seu negócio? "A rede social se torna um canal de atendimento e tem que ser tratada como tal. A importância que a empresa dá para um call center, para um site e para um atendimento físico tem que ser dada para um canal Web 2.0. Tem que ter monitoramento. A companhia precisa saber o que divulgar no mailing, o que tem deve ser utilizado como venda e o que deve ser ferramenta de relacionamento." Ou seja as mídias sociais têm que ter a mesma importância que é dada ao call center.
O segredo para ter uma boa experiência com as redes é saber utilizar toda a exposição que ela proporciona como um canal de comunicação com o cliente e não só de atendimento. "A dificuldade que elas têm está em migrar parte dos canais tradicionais de comunicação para a web. Mas esta dá mais eficiência operacional para a empresa e dá um melhor canal [mais personalizado] para o usuário", afirma Daguila.
Por fim, se o seu negócio ainda não adotou este tipo de relacionamento com os clientes, você deve querer saber como fazer para adotar este modelo na sua empresa. "Tem que ter uma padronização tecnológica. Você tem que ter um framework funcional para os seus portais onde tenha toda a parte de gestão de conteúdo, de promoção, de campanha, de canais de atendimento, entre outros", explica Daguila.
Publicado por Thaís Sabatini em IT Web
Thaís Sabatini é repórter do IT Web. Formada pela Universidade Metodista de São Paulo. Ela caiu, acidentalmente, no mundo tecnológico em 2010 e se apaixonou pelo tema. Neste espaço tratá comentários sobre as novidades do meio e falará sobre assuntos interessantes. Ela acredita na colaboração no jornalismo, por isso, pede aos leitores que mandem assuntos legais para serem abordados, porque ela vai tentar atender às sugestões.
Sex, 18 de Março de 2011 13:10
Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N
Mario Faria, professor de Web 2.0 na Business School São Paulo citou o Samba® como caso de sucesso na internet em palestra no Web 2.0 Expo Fórum neste mês de março de 2011.
O Samba® Business é uma solução de sites e lojas virtuais web 2.0 líder no mercado nacional.
Sáb, 26 de Fevereiro de 2011 11:43
Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N
Dia 10 de fevereiro, lançamos o Jornal do Empreendedor, um experimento colaborativo para empreendedores. Além de artigos próprios e artigos de blogs e sites sobre empreendedorismo de colegas (ResultsOn, Saia do Lugar, BizRevolution) e SEBRAE, as pessoas que estiverem interessadas em participar podem submeter seus artigos anônimamente ou fazendo um cadastro rápido.
Os artigos publicados tem que ter relação com o assunto Empreendedorismo. Após rápida análise de adequação, o artigo é publicado para os mais de 4.000 assinantes.
A idéia é criarmos conteúdo colaborativo, escrito por empreendedores de todo Brasil e formar um hub de informações inteligentes sobre o assunto, inovação, idéias, livros e afins.
Acreditamos que o novo jornalismo vai ser feito por todos, coletivamente e pelo sucesso inicial o que era uma idealização está se tornando realidade.
Em menos de um mês, temos visto um crescimento de assinantes e visitantes sensacional (o Jornal já tem mais de 2.000 visitas diárias) e diariamente recebe cerca de 3 a 4 novos artigos escritos por colaboradores.
Os artigos além de dar voz e audiência aos empreendedores, evidencia e promove as idéias que surgem nas mentes de todos diariamente, mas morrem sem serem publicadas. A possibilidade de se publicar e ser ouvido é uma das grandes virtudes da Web 2.0 e está agora disponível para você no Jornal do Empreendedor.
O Jornal do Empreendedor cria um pequeno novo mundo onde o poder está na mão de todos.
Qui, 24 de Fevereiro de 2011 18:07
Escrito por www.topinfo.net.br
Isso ocorre por que o seu domínio está com problemas na resolução de DNS. O que acontece é que, sempre quando você navega na Internet, existe uma comunicação entre o seu computador e o servidor de DNS do seu provedor de acesso.
Dom, 30 de Janeiro de 2011 09:49
Escrito por Th3 C0NQU3R1NG L10N
Kevin Kelly é um visionário digital. Foi editor executivo da Revista WIRED. Ele é admirado pelas suas novas perspectivas em tecnologia e sua relevância para história, biologia e religião.